nas profundezas da minha existência

15.6.10

15.6.10
raízesraízesraízesraízesraízes

a galinha de louça continua no mesmo sítio e o bengaleiro com a mesma imagem e sem casacos. as flores crescem e o campo aumenta, as galinhas ainda têm ovos e o tempo vive-se à velocidade da natureza. parece que tudo ficou congelado e em breves segundos revejo na minha cabeça centenas de horas da minha vida e o som e cheiro daqueles que já lá não estão. e o vazio que se abre fica de repente preenchido por um molho de flores e um beijo, porque aqui o vento não levou tudo...respiro.

2 comentários

  1. LOOL. Aqui é fácil de garantir que o vento não leva tudo. Porque se o vento tentar isso "a minha pequena" vai atrás dele e traz o que ele levou. Sim! É pequena mas é danada loool.

    Boas fotos:)

    Bjs

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  2. as memórias sensitivas são as melhores: "aquele" aroma ou paladar, "aquele abraço"... bonito post!

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