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A mania das comparações

11.8.15

Nunca me interessei muito pelas estatísticas dos blogs e das redes sociais e não me influenciam páginas com muitos ou poucos seguidores quanto analiso a sua qualidade e interesse. Isso aplica-se ao FB, ao IG e aos blogs. Analiso outras coisas como a qualidade da escrita, a genuinidade e originalidade dos assuntos, as opiniões pessoais, os estilos de moda originais.

No Muda de Página percebo que cada vez mais há a preocupação de como ter muitas visitas, aumentar os likes por fotos, seguidores do IG, 'ter mais fãs do que...' . (o conceito de fã faz-me alguma confusão).
Mas compreendo perfeitamente, é este hoje o 'mercado' dos bloggers. Não acho no entanto que deva ser o primeiro objectivo de nada nem de ninguém e tento orientar as pessoas a encontrar a 'sua voz', um estilo próprio e uma presença genuína porque como ouvi ontem num programa sobre o youtube a 'a realidade supera sempre a ficção' por isso algo que é orgânico será sempre melhor do que algo fabricado.

Hoje o Seth Godin escreveu sobre isso. E eu não podia concordar mais, ora vejam:

Without a doubt, there's someone taller than you, faster than you, cuter than you.
We don't have to look very far to find someone who is better paid, more respected and getting more than his fair share of credit.
And social media: Of course there are people with more followers, more likes and more of just about anything you'd like to measure.
So what?
What is the comparison for?
Is your job to be the most at a thing? Perhaps if you play baseball, the goal is to have the highest on-base percentage. But it's probably more likely that you should focus on the entire team winning the game.
Just because a thing can be noticed, or compared, or fretted over doesn't mean it's important, or even relevant.
Better, I think, to decide what's important, what needs to change, what's worth accomplishing. And then ignore all comparisons that don't relate. The most important comparison, in fact, is comparing your work to what you're capable of.
Sure, compare. But compare the things that matter to the journey you're on. The rest is noise.


[a fotografia que ilustra este post é da autoria de Jóni Silva, a sortuda a mergulhar nas nuvens, sou mesmo eu]

entretanto ali pela tribo

16.6.15

Andei a mandar umas postas de pescada sobre a comunicação nas redes sociais.
Querem ver? É por aqui 'filhinhas'!

o poder da comunicação global

5.2.14

The Conditioned from Facebook Stories on Vimeo.

Nestes dias em que o Facebook festeja 10 anos de existência e tantos de nós oscilamos numa relação de amor-ódio com ele, observo como nos relacionamos com uma plataforma que nos permite, acima de tudo comunicar.
Ninguém é obrigado a lá ir ou estar, há publicidade, há muita gente a vender e a comprar, mas...acima de tudo há linhas invisíveis que nos ligam a todos e que nos fazem sentir mais perto de outras pessoas com quem nunca poderíamos conversar ou trocar ideias e visões, se não fosse pelo poder gigante que a internet nos dá para comunicar.
Foi assim que cheguei a esta página e vi este filme do FB Stories.
O poder da comunicação online é avassalador, não é?

'modern etiquette'

8.2.13
modern etiquette

Hoje estava a ler este artigo no Design Sponge e lembrei-me que já variadas vezes pensei em abordá-lo aqui, mas depois não conseguia ser suficientemente conclusiva sobre o assunto e abandonava a ideia.
Falar de 'etiqueta online' parece uma coisa a roçar o ridículo até pela palavra em si, mas falemos então da postura dos utilizadores das redes sociais.
O artigo do Design Sponge fala um pouco de tudo, de redes que eu nem sequer uso e de pessoas que trabalham com as mesmas como ferramentas de comunicação. É interessante ler. Uma das minhas frases preferidas, é da Tina do Swiss Miss (tinha de ser!) e que diz:

"Contribute to the conversation. Don’t hate on people. Keep it upbeat."

E isto resume um pouco daquilo que eu acho que é uma boa postura nas redes sociais. É por aí.

Eu já cometi uma série de erros nas redes sociais e na utilização de ferramentas de comunicação. Fui aprendendo com os erros. É normal. Já fui muito bem tratada online e também já fui muito mal tratada. Lá está, aprendi mais um pouco.

Hoje há algumas regras de ouro que tenho sempre presentes e que orientam a minha forma de estar 'online'. Vou partilhar aqui algumas ideias dispersas e gostava que vocês, se quiserem comentar, partilhem também o vosso ponto de vista.

1) "Uma vez na rede, para sempre na rede": na internet não há 'deletes' nem 'undos' que vos valham. Fica lá, algures, sempre qualquer coisa sobre a imagem que vocês partilharam, as frases que proferiram, o blog que escreveram. É mesmo para sempre! Por isso, não há sítios privados na Internet, nem o mail, nem o chat, nada. Assim sendo, tudo o que publico, imagino que o estou a fazer alto e bom som em frente de todas as pessoas que conheço, e não posso ter qualquer problema em fazê-lo. Assim tenho sempre a certeza que não estou a dizer nada que me possa arrepender.

2) "Haters gona hate": lidar com a negatividade online e nas redes sociais é um dos maiores desafios que nos podem aparecer. Nem toda a gente gosta do que escrevemos, do que fazemos e do que publicamos e há sempre aqueles que gostam mesmo de falar mal. É como na vida real, não é? E podem falar mal na vossa frente, disseminar e-mails e mensagens privadas, dizer 'disfarçadamente' mas todos sabemos que a energia negativa está lá. Neste momento, para mim, a postura é ignorar esse tipo de presenças na nossa vida. Não interessam nada, logo perder o menor tempo possível com estas coisas é o melhor que podemos fazer.

3) "Do you like me or not?": os likes, ai os likes. Os likes é a nova forma de expressar atenção, consideração, apreço, ou o que quer que seja, hoje em dia. É bom saber que alguém apreciou o que nós partilhamos e até aí tudo bem, mas fazer da presença online uma eterna busca por likes, mais cedo ou mais tarde vai espantar toda a gente da vossa conta.

4) Ser genuíno: se mantivermos a regra de sermos sempre iguais a nós próprios, tudo vai correr bem. O que acontece é que muitas pessoas hoje em dia escrevem e publicam coisas que nunca diriam em voz alta num café. E tentam criar uma imagem produzida de si próprios. De vez em quando mostrar a cara é essencial e manter os amigos por perto, os de carne e osso, também. Eles não nos deixam mentir!

5) Espaços profissionais ou pessoais? Quem, de alguma forma já misturou a sua actividade profissional com as suas presenças online, terá de ter um cuidado extra. Não são só os amigos e conhecidos que lêem, são também os clientes ou potenciais clientes. E por vezes há frases ou atitudes que podem espantar os clientes da nossa rede social e do nosso negócio para sempre!

6) Desligar: é importante. Muito. Permite ter as coisas no seu devido lugar.