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sete dias, sete pratos

28.1.18

Dos poucos blogs que vou lendo este ano, o Slower é sem sombra de dúvida um deles.
Um blog como um blog deve ser: original, bem escrito, boa imagem, cadência.
A minha rubrica preferida é o sete dias sete pratos, no qual vou espreitando outras famílias a ultrapassar o fardo das refeições diárias. Pode não o ser para toda a gente, mas para mim é.

Gosto de perceber com quem mais me identifico, respirar fundo quando vejo que outros também se 'baldam' como eu, lembrar-me de coisas fáceis que posso fazer, relembrar-me de planear e retirar o stress de não saber o que vou fazer.

Vão lá espreitar as casas de outras famílias e vejam como somos todos tão parecidos.


Caraças menina rapaz

26.11.15

Custou, mas reencontrei o Menina Rapaz!

O Menina Rapaz foi durante algum do seu tempo de vida no blogger o meu blog de eleição. De repente desapareceu. Esfumou-se. Foi-se.
Pelos vistos foi propositado, a Joana queria mesmo desaparecer e recomeçar noutro sítio, de outra maneira...

Ainda por cima numa época de nascimento de tanta cena-fofa-kitada-pseudo-fashion-blogueira que me deixava com o ânimo em baixo.
Eu própria de dia para dia ia perdendo aquela vontade de por cá para fora o que me ia na alma, aligeirava o meu pensamento para que não ofendesse ninguém e ficava-me pela rama, pelo superficial, pelo pontual e muitas vezes menos sentido ou sequer pensado.
A naturalidade de colocar posts cá fora como quem manda postas de pescada desapareceu. Presa entre o não tenho fotografias de jeito, ou o, já se falou sobre isto, ou mesmo, se calhar pode não ser bom para mim escrever este tipo de coisas, ia se perdendo o hábito, mas acima de tudo a naturalidade que sempre me deu gozo nestas coisas dos blogs.

A minha vida está de novo em trânsito, preparo mudanças e novos saltar de muros e o meu blog sempre me acompanhou nestas coisas, queria muito por isso um novo fôlego destes dedos no teclado (por isso também o retorno ao raparigas como nós). Para isso, o reencontrar por acaso da menina rapaz  e também o ler novas linhas nos Locais Habituais, me deixou de certa maneira com os dedos a fervilhar.

Agora vou actualizar-me nos posts da Joana Cabral que pelos vistos ando perder há muito!




mitos

8.3.15
“Acho que era a Sylvia Plath que estava convencida, por volta de 1950, que para escrever romances era preciso ter amantes e fazer viagens. É um mito, isso dos amantes e das viagens. Pode-se ser feliz e escrever romances sem ter amantes e se fazer viagens. Mais importante que amantes e viagens é ter um espaço próprio, um domínio, um território, uma casa, pelo menos um quarto com privacidade, como muito bem viu Virgínia Woolf” [Adília Lopes]



São blogs destes e escritas destas que me deixam entusiasmada e expectante com o que uma determinada página pode despertar em mim. Às vezes há palavras que estão tão próximas que quase lhes consigo ouvir a respiração. Reconfortam, revoltam e apaziguam.
Escrever de forma tão despretensiosa e ao mesmo tempo tão valiosa é um dom de poucos.
É o Ana de Amsterdam, a ler.

blogs no masculino

24.2.15
Muitos dos links de blogs que vêm na minha coluna da esquerda são escritos por mulheres.
Há casas, moda, design, vida, filhos, fotografia, opinião, humor (algum), partilha, coisas que eu gosto e inspirações que durante muito tempo me foram alimentando a criatividade.
Mas neste momento já não consigo ver mais vestidos dos Oscars, ver marcas de cosméticos e compra de roupas, fotografias editadas e locais espectaculares. Eu até gosto, não me interpretem mal, apenas preciso de umas férias.
Por isso ando pelas casas virtuais masculinas. Espaços que não têm imagens ou fotografias cuidadas, onde a maternidade/paternidade não tem laçarotes nem filtros, onde a opinião não é sempre consensual, onde nem lhes conhecemos a cara, mas isso não interessa nada.
É comum sair da minha leitura de blogs masculinos a rir, a discordar com autor, a ver filmes ou ouvir músicas novas, mas raramente a pensar sobre a minha roupa, o cabelo que tem de ser cortado ou as manhãs stressadas com crianças cheias de sono e com uma mãe sempre à beira de um ataque de nervos, essa que não se penteou nem usou nenhum cosmético antes de sair de casa. Eu.


Por isso ficam aqui três dos meus blogs preferidos escritos por homens. Para quem interessar.


Factos de Treino







The Ressabiator

a ler

3.1.15

Ontem o Alfaiate Lisboeta escreveu um post muito interessante sobre a existência dos blogs, a visão dos media, a visão dos leitores, a honestidade, a qualidade de conteúdos entre muitas outras coisas. Um post bem escrito e assertivo que diz muito daquilo que eu também penso. Para quem se interessa por este tema, é ler aqui.
Vale a pena.

das pessoas

31.12.14

Sei bem que já todos lemos resumos do ano velho e desejos para o novo.
Eu por aqui não sou pessoa de listas nem de rever a matéria dada.
Sei que me esforcei para caraças o ano todo. Sei que nem tudo correu bem, mas a maioria das coisas foram mais do que boas.
É tempo de deixar para trás e esquecer o que correu mal, porque tudo o que interessa está aqui e agora.

Acabar o ano na 'internet' com este post da Mar é tudo o que eu poderia desejar por estas andanças virtuais. Desejo concretizado.

Agora vou ali para a festa de carne e osso.

Bom ano pessoas bonitas!

do tempo perdido

9.12.14
#favouriteplace No outro dia li a Mariana a pensar o mesmo que eu: sobre o tempo perdido com o computador, as redes sociais, a web no geral.

Cada vez mais vejo bloggers de quem gostava a parar. Alguns a abandonar os blogs, outros a reduzir a comunicação. Pessoas a deixar o FB. Muita gente a ir para o instagram e a deixar o resto.

Para quem trabalha na web como eu, que vive e tem trabalho graças a estas linhas que nos ligam, é um pouco hipócrita dizer que não quero navegar na web. Sim é, eu sei.
Mas dou por mim a bufar ao mesmo tempo que faço scroll: natal, wishlists, giveaways, moda, beleza, notícias não tão importantes, fotografias bonitas, casas bonitas, eventos, festas, sítios, lojas, workshops, toda a gente tem algo a divulgar, toda a gente tem algo para vender.
Eu também.
Mas quando vou a dizer algo sinto o meu cérebro em 'pause'. E hesito.
No outro dia falava com uma amiga sobre as estatísticas deste blog: os posts com mais de 3 parágrafos de texto são os menos lidos. Os posts com fotos minhas são os mais lidos.

Depois observo alguns fenómenos nas redes sociais, um conjunto de pessoas com muitos seguidores que se limitam a debitar info e fotos, não interagem com ninguém a não ser nos seus próprios posts, fazem um discurso unilateral. Trabalham a sua marca pessoal e pronto.
Não critico, por vezes até acho inteligente. E se calhar menos cansativo. Mas ainda assim algo egoísta.

Se desligar o Facebook e me mantiver apenas pelos blogs, o tempo de leitura é menor. Leio o que me interessa em meia hora e está feito. O instagram uso mais quando estou na rua. O que me consome efectivamente tempo é o scroll cego do facebook. Aquele em que estamos ali a puxar a página para baixo e a pensar 'o que é isto'? Mas ainda assim a fazer scroll. E passado mais algum tempo lá volto ao scroll. É como ver telenovelas. Ninguém gosta, mas toda a gente vê.

Isto é um desabafo. Porque neste novo ano vou ter de organizar melhor a minha comunicação. Divulgar o que é preciso, ver uma vez o feed e sair. Desligar o Facebook. Ficar-me aqui pelos blogs e pelo instagram. Tenho a certeza que vou ganhar muito tempo com isso. Tempo de trabalho e tempo pessoal. Tempo para deixar alguns comentários aqui e ali e espaço para me surpreender com o conteúdo dos outros.
Reduzir o número de imagens e informação que me passa pelos olhos. Fazer o meu trabalho mais concentrada. Sentir que os dias rendem mais. Desligar ao final do dia.

E pronto, gostava de ouvir a vossa opinião sobre isso, como fazem a vossa gestão do feed do FB, como comunicam com os outros, que tipo de comunicação é que gostam de ver e ler? O que vos interessa efectivamente nas redes sociais?




silence is sexy

2.12.14
#nothingtodobutwait Já aqui não venho há uns bons dias.
Não há nenhum motivo para tal e ao mesmo tempo há todos.
Confesso que não me apetece dizer nada, nem vender nada, nem partilhar nada.
Sempre que acabo o trabalho que tem de ser feito, desligo.
Há um ruído excessivo pela web que me cansa.
O silêncio também é uma opção.

Mas volto.
Até já.

Coisas bem feitas

4.11.14

O Alfaiate Lisboeta é um blog conhecido por muitos pelas suas (boas) fotografias de 'estilo de rua'. O seu autor já há muito que saltou das páginas do seu blog para outros projectos que o levaram pelo mundo da moda e da comunicação fora da dimensão de blog.

Hoje fiquei a conhecer a sua loja online: a J. Lisbon. E tenho de aplaudir o conceito, porque o que o José Cabral fez aqui, foi bem feito.
Ele conseguiu pegar num conceito online e aproximá-lo do conceito de loja personalizada, pois usou a sua imagem, a fotografia que o caracterizou durante tantos anos, as mesmas pessoas reais, as mesmas ruas do blog, as peças de roupa que o caracterizam a ele em termos de estilo. E falou. Por cada peça da sua loja ele escreve. E escreve bem.
É como se entrássemos numa loja de alguém que conhecemos há anos e ela nos fala com orgulho da peça que tem exposta.
Está bem feito, sobre o conteúdo, não explorei muito as roupas, mas identifiquei alguns homens que estava habituada a ver no seu blog. O mesmo estilo, a mesma luz, a mesma descontracção, as mesmas caras. Ele próprio.

É este o conceito que os blogs têm e que aproxima as pessoas, mas que muitos blogs estão a perder em detrimento de procurarem uma imagem de revista, tudo produzido, tudo pensado, tudo editado, muitas fotografias, poucas palavras, poucas opiniões. E é aí que começa a perder a graça.
Ele conseguiu um bom equilíbrio entre o estilo de rua e as pessoas com que nos cruzamos e uma montra online. Sem perder qualidade, sem perder cuidado, como aliás já era característico das suas fotos na rua.
Para além disso tudo é uma loja de homem. E fazia falta uma loja só para homens.

[want]: fine little day book

27.10.14




Acabou de ser lançado o livro do blog Fine Little Day. Para quem como eu é leitora do blog há tantos anos e o usa como inspiração visual frequentemente, apreciando cada detalhe e fotografia das suas casas, lugares, paisagens, objectos e inspirações, será um prazer guardar uma cópia deste livro que me trará momentos de pura contemplação fora da web.
Ainda estou esperançada que venha aí a versão inglesa, porque para além das fotografias quero ler todas as palavras que a Elisabeth Dunker escolheu usar no livro.
Parabéns ao Fine Little Day, porque conseguir de forma continuada e coerente ser sempre um blog original e espontâneo, e por agora passar para o papel aquilo que tem vindo a fazer sempre tão bem. Mais do que merecido!

this is all about style - UASZ

19.3.14

Das centenas/milhares de blogs que mostram as roupas que as suas autoras usam no dia-a-dia, este é o único que me consegue inspirar - Um ano sem Zara.
Não significa que gosto de tudo o que a Joanna veste, mas sim, que as opções dela são verdadeiramente originais sem serem demasiado produzidas nem um catálogo da Zara ou da HM. Depois ainda podemos contar com boas fotos e poses simples e bonitas, o que é ainda mais raro!
Este conjunto ficou-me no olho...eu diria até mesmo que é perfeito!

[eu gosto é de blogs]: boop

13.3.14
Apesar dos ossos do ofício que me fazem olhar para páginas todos os dias, continuo a vibrar sempre que descubro um blog que gosto. É como se estivesse a acrescentar companhia (da boa) aos meus dias.
Sei que quando tomo o meu café tenho mais um sítio para passear e me deliciar.

Pois foi exactamente isso que senti quando descobri o blog da Daniela, o Boop. Fiquei apaixonada pelas fotografias e pelos passeios que ela me leva a fazer pelo Porto, que tanto adoro. Sinto como que se saísse com uma amiga e fossemos fazer um bom programa.
A Daniela leva-nos pelas ruas do Porto e mostra-nos o seu olhar único sobre uma cidade e lugares que ela conhece como a palma da própria mão. Também vamos por vezes de férias com a Daniela e os amigos e vemos os lugares, a comida, os amigos em volta de uma mesa, de um piquenique, de uma boa comida com muita conversa.
E depois, para tornar tudo ainda melhor temos pequenos apontamentos do estilo da Daniela, que não vão deixar ninguém indiferente, pelo menos a mim não deixam!



Quando descubro estas portas de casas virtuais que adoro, gosto de bater a ver se vem alguém à porta para trocar dois dedos de conversa. E não é que a Daniela apareceu logo?
Fiz-lhe algumas perguntas que ela simpaticamente respondeu e que partilho aqui com vocês, pois sei que vão gostar tanto como eu de ler as respostas!

Um bom dia para todos!

Nome: Daniela Marqueiro
3 palavras sobre ti: Determinação, fantasia e curiosidade
Idade: 33 anos
Ocupação: Designer Gráfica e professora
Presenças web: www.boopblog.com | www.instagram/boopblog | www.facebook.com/boopblog

1 - 'Boop', de onde vem este nome e o que significa para ti? 
O Boop surgiu da vontade de partilhar algumas experiências pessoais que tenho na cidade do Porto. Como sempre tive dificuldade em criar nomes, recorri a fórmulas com sílabas, relacionadas com blog e porto/oporto. Também sabia que queria um nome pequeno, para ser fácil de identificar e memorizar. Resultou Boop.

2 - Porquê ter um blog?
O blog foi a ferramenta que me possibilitou criar este espaço de partilha, através da publicação de fotografias que ilustrassem os momentos e experiências que tenho na cidade, os cafés e restaurantes que frequento, as ruas por onde passo, e todos os locais que me motivam para fotografar. Sempre fui uma apaixonada pelo Porto e gostaria que o Boop fosse um reflexo disso, uma atitude pessoal, de alguém que sente vontade de viver a cidade e acredita que o pode fazer.

3 - A fotografia do teu blog prende-nos no primeiro minuto que o visitamos. És a autora de todas as fotos? Qual a tua relação com a fotografia?
Sou autora de quase todas as fotografias. Às vezes recorro à ajuda do meu namorado ou de quem estiver comigo no momento em que preciso de fotografar alguma situação específica. Normalmente preparo a máquina e fotografo primeiro para exemplificar os enquadramentos, porque é mais fácil para compreenderem o que pretendo. Embora as imagens que publico não sejam totalmente planeadas, por vezes procuro algo concreto. Enquanto designer gráfica, sempre trabalhei com fotografia e isso exigiu uma constante pesquisa e atualização, mas não me considero por isso uma fotógrafa profissional. Gosto simplesmente de fotografar porque me permite “congelar” momentos que vivencio e que quero partilhar.



4 - O Porto está quase em cada um dos teus posts. Nasceste no Porto? Qual a tua relação com a cidade?
Nasci no Porto, cresci no Porto e sempre vivi no Porto. Representa a minha cidade, a minha família, os meus cães e os meus amigos. Tenho uma paixão imensa pela Invicta, pela sua arquitetura, pelas pessoas, pelos locais, pelas ruas e pela luz, mesmo nos dias mais cinzentos. Também considero um privilégio estar tão perto do rio e do mar. A minha relação com a cidade sempre foi de grande proximidade e cumplicidade. Quando comecei a fotografar, utilizei-a como “cenário” porque precisava de uma motivação para aprender a fotografar. Mas não pretendia partilhar o Porto como uma cidade turística. Senti uma necessidade de transmitir com as minhas fotografias uma visão pessoal de quem utiliza a cidade como outra pessoa qualquer e, se possível, fazer do Porto um lugar onde apeteça viver. 

5 - Publicas muitos sítios que visitas no Porto: restaurantes, cafés, etc. O teu blog pretende ser também um pouco 'guia' para quem visita a cidade? 
Sempre gostei muito de passear no Porto, de frequentar alguns locais mais antigos e tradicionais, conhecer espaços novos, mas principalmente restaurantes e cafés porque são espaços que caracterizam as cidades e as pessoas que os frequentam. Também gosto muito de gastronomia. Sentar-me à mesa e deliciar os sentidos é sem dúvida um dos meus grandes prazeres. Depois de começar a partilhar os primeiros posts sobre alguns locais no Porto, surgiu um feedback positivo de amigos e outras pessoas que visitavam o Boop, e decidi então continuar a partilhar. Por vezes, também recebo emails de pessoas que visitaram a cidade pela primeira vez e aproveitaram para incluir no roteiro os locais que sugeri, o que é sem dúvida gratificante. Neste sentido, acho que o Boop pode ser um um pouco guia na descoberta da Invicta, sugerindo espaços para visitar e ajudando a fazer algumas escolhas.

6 - És leitora assídua de muitos blogs? Quais?
Neste momento gostaria de ter mais tempo para passear na blogosfera. Se pudesse perdia horas. Acompanho alguns blogs nacionais e estrangeiros de lifestyle, moda, interiores e culinária, que estão sempre nos meus favoritos: Seoul State of Mind, Lolita, Tales of Endearment, Park&Cube, Marta Vargas, The Coveteur, Blue Bird, Weekdaycarnival, Tapas na Língua, Paperkite Photography, Editer, Garance Doré, Raparigas como Nós, Kinfolk, Froufrouu, In The Mood For Food, Nancy Zhang, Little Upside Down Cake, Clavel´s Cook, Chilli com Todos, e outros.



7 - Em Portugal assistimos a um crescente lançamento de blogs de todo o tipo na Internet. Será que a nossa geração tem muito a dizer/mostrar ao mundo, ou estaremos a assistir a uma moda que em breve poderá ser substituída por outra? Qual a tua opinião sobre a 'blogosfera' portuguesa?
Conheço vários blogues portugueses de grande qualidade que acompanho há alguns anos e se destacam pela pertinência dos temas tratados. Ficaria muito triste se desaparecessem. Na minha opinião a blogosfera portuguesa é igual às outras, podemos encontrar blogues que vão de encontro a todos os tipos de preferências. Basta fazer uma pesquisa e selecionar de acordo com interesses de cada um.

8 - Qual o caminho que gostavas que o boop percorresse nos próximos tempos? 
Gostaria que continuasse a percorrer o mesmo caminho, mas com atualizações mais frequentes. Tenho outras ideias para desenvolver e muitos espaços para partilhar.
O Boop acaba por ser um prolongamento de mim própria, pois partilho apenas aquilo de que realmente gosto. Quando publico um post sobre um local ou um produto específico é porque me identifico com ele e acho que vale a pena dar a conhecer.
Na minha conta de instagram, por exemplo, não tenho tanto esse cuidado. Vou partilhando simplesmente experiências momentâneas. Com o tempo percebi que ter um blogue requer muito tempo e dedicação, e sendo o Boop um blogue individual depende só de mim e da minha disponibilidade. No último ano tornou-se complicado estar tão atualizado quanto gostaria. Voltei a estudar e compatibilizar a vida de designer, professora e estudante transformou-me num verdadeiro desafio. Mas é uma fase apenas.

9 - Se o teu blog tivesse banda sonora, o que poderíamos estar a ouvir agora? 
Talvez algumas músicas de Lykke Li, Cocorosie...


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