hábitos fora de horas | out of time

11.4.10
hábitos fora de horashábitos fora de horashábitos fora de horashábitos fora de horashábitos fora de horas

poderia começar este post com a treta geral do "ai e tal, ser mãe, é uma tarefa de 24 horas por dia, todos os dias, toda a vida"...mas não é disso que eu quero falar!
no outro dia estive num local tipicamente nocturno, ainda com a luz do dia, e não, não fiquei a morrer de vontade de sair à noite e de beber até cair, mas de repente pensei no que realmente muda em termos de vida social o facto de sermos mães (ou pais). é que, por mais que queiras, nunca mais é igual, a tua cabeça não é igual e o teu corpo reage de outra forma.
não há um off, não há um agora estou aqui contigo, mas agora vou ali divertir-me um pouco como se nada mais houvesse para além de amanhã e não vou pensar em mais nada! não, isso nunca mais acontece, porque de facto não és mais um, és um dividido em mil pedaços que oscilam entre uma necessidade de estar sempre perto e de saber sempre se estás a respirar...e outras necessidades que acabas por esquecer.
são mil e um motivos que fazem com as nossas vidas mudem e o maior deles todos é de facto a vontade: 'a culpa é da vontade', uma vontade que muda radicalmente, sem quase darmos por ela, como um resultado da natureza...!

fomos até lá estender a roupa

fosse o acto de colocar roupa a secar sempre igual a este e eu não tinha a pilha de roupa para lavar que tenho:)
peças brevemente disponíveis na loja de estar!

UAU

8.4.10

o melhor de ter um negócio próprio é poder fazer as escolhas de acordo com o nosso gosto pessoal! é tão bom quando o material chega e abrimos as embalagens e é tudo tal e qual como imaginamos!
as peças da fotografia estarão brevemente na loja de estar...

como nunca vi...

6.4.10
um jardim à beira-margarden by the seagarden by the sea

desde que nasci que vivo perto do mar, três praias já foram morada da minha vida e nunca, mas nunca tinha visto nada semelhante.
quando me sentei nas escadas junto aos barcos de pesca e olhei para a direita, vi uma enorme mancha amarela e pensei: "olha, que m***a é que andaram a deitar no areal? mais um atentado ambiental perfeitamente descarado na costa portuguesa!". pego na máquina e começo a disparar sem grande sentido (como é costume, ando tão viciada no barulho do disparo que o faço só por gozo), faço zoom e...espera...aquilo não pode ser lixo...vou ver!
caminho vários metros no areal em direcção ao mar e a imagem mais surpreendente dos últimos tempos na minha vida se depara perante os meus olhos: eram flores, flores amarelas, centenas, milhares de flores amarelas, daquelas típicas das dunas, mas tantas, tantas flores que se formava um manto enorme quase a perder de vista.
eu quero partilhar isto, mas não consigo, porque nem a fotografia nem a descrição conseguem trazer uma pequena parte da sensação de ali estar!
sorte, nós temos muita sorte:)

naperonize day

5.4.10

geralmente os 'paninhos' que por aqui aparecem no 'naperonize day' não são meus, são todos da autoria da minha avó e muito raramente da minha mãe.
este nem é bem um naperon, é mais o resultado do meu trabalho dos últimos dias que já deu para desmanchar mais do que fazer, mas que vai crescendo devagar e com um resultado que a mim me parece tão, mas tão bonito...e fico aqui a olhar e a pensar que em vez de olhar devia era fazer. assim, nem daqui a 6 meses:)
os amores, esses são perfeitos, que é assim que eu gosto deles!

feiras francas no porto

27.3.10
feiras francas portofeiras francas portofeiras francas portofeiras francas portofeiras francas portofeiras francas porto

hoje andamos por lá, a passear, a ver, a fotografar (e a comprar!). o evento das feiras francas no palácio das artes no porto está muito bem estruturado e conseguido, misturando diferentes projectos de áreas tão distintas como a iluminação, instalações artísticas, mobiliário ou food design, tudo isto acompanhado por uma boa música ao vivo num espaço único e digno de visita por si só. tudo isto fez com a que a nossa manhã estivesse muito, mas mesmo muito bem empregue.
para saber mais sobre o projecto e os participantes visitem o blog ou o site da fundação da juventude.
para a próxima edição, a loja de estar também lá vai ESTAR:)

novembro de 1971

26.3.10

há coisas que por mais que procuremos nunca mais voltam a ser as mesmas. as pessoas não são as mesmas, os lugares estão diferentes, os cheiros mudam, o sabor é outro. eu tenho muitos motivos para ser saudosista e isso faz-me ter a certeza de que sou feliz, mas estou constantemente agarrada ao passado e aquilo que um dia foi certo para mim, mesmo já não o sendo.
no outro dia deitei a minha filha no meu colo e percebi que já não cabia deitada em posição de bébé. então finalmente conclui que ela tinha crescido e que aquela fase estava claramente a terminar.
e de repente invade-me a saudade, não de ter um bébé de colo, mas de alguém me pegar a mim ao colo.
é como se nunca tivesse crescido o suficiente...

celebrating spring

21.3.10
na loja de estar estamos a assinalar a entrada da primavera com três lindas malas de bicicleta que vão, com certeza, pôr muita rapariga portuguesa a dar ao pedal:)
ou melhor, três raparigas portuguesas, porque afinal só temos mesmo três:
mala de bicicleta [1]: base laranja
mala de bicicleta [2]: base rosa
mala de bicicleta [3]: base amarelo torrado

i can see clearly now

back to basics

20.3.10
back to basicsvende-seback to basics

ando cansada do livro das caras, do pássaro falador, do correio g e das suas buzinadelas (excluo daqui o flickr, porque nunca me canso dele e porque não encontro nenhuma tradução à altura). por vezes parece que já nem consigo viver sem isso, mas ultimamente apetece-me desligar por longos períodos para dar espaço a outras coisas que ficam esquecidas entre dezenas de mails por ler e responder e milhares de pensamentos que me correm a cabeça em cada 2 segundos aliados às centenas de imagens que os meus olhos consomem enquanto os pensamentos voam. vou ali dedicar-me ao ócio familiar, que é como quem diz construir a casa dos legos pela vigésima vez:)
mas o que me apetecia mesmo era ir ver um filme num grande ecrã, preciso de um tele-transportador!

nuvens musicais

18.3.10
Guestroom004 by mararq


ando a ouvir as nuvens musicas da marta. gosto deste conceito. acho que era o que me andava a faltar no ambiente virtual.
aqui.

"deixar de lado o receio de fazer figura de parvo"

14.3.10
housea nossa praiapraiahome

apesar de ter estado um fim-de-semana de sol e as minhas fotos serem um reflexo disso mesmo, não foi o bom tempo que me trouxe aqui hoje.
estava a ver o blog do 'alfaiate lisboeta' que apesar de não ser um blog que visite regularmente, nem que siga atentamente, cada vez que por lá passo, fico a gostar mais um bocadinho. não é uma ideia original, mas é uma ideia cada vez mais bem conseguida, com qualidade e muito bom gosto, e acima de tudo com algumas palavras que me fazem parar para ler (e isso já não me acontece em muitos blogs, confesso).

"Porque acredito que, com peso conta e medida, é da capacidade de deixarmos de lado esse mesmo receio que muitas conquistas são feitas. Porque é de figuras, mais ou menos parvas, que este blogue é feito. Mas já que as faço, que as faça com estilo. O parvo já se sabe…sou eu, o estilo é com este senhor...com os cartões deste senhor"

e foi esta frase que me fez parar para pensar, porque eu já não partilho muitas das minhas ideias e pensamentos porque geralmente sinto que estou a fazer figura de parva, e porque, sempre que o sucesso aparece por estes lados, na plateia da frente não estão amigos nem conhecidos nem familiares, mas sim um conjunto de anónimos do outro lado do mundo. isto sem qualquer descrédito para com esses nem com os outros, mas porque é mesmo assim, e ainda bem que o é.
para se avançar é preciso arriscar e fazer muitas figuras de parvo e viver com a sensação de que ninguém compreende o que queremos dizer, mas acima de tudo temos de ter convicção de que essas ideias e essas figuras são válidas e acreditarmos sempre, mas sempre em nós próprios e não nas opiniões dos outros que se baseiam nas suas experiências e projecções de vida, nada mais.

algures no mundo

7.3.10


ultimamente o que mais me tem ocupado na loja (para além de todo o trabalho de manutenção diário) são mesmo as caixas de música. como a sandra diz "saem como pão quente" e eu, cuja tarefa de embalar me coube, tenho sempre de garantir que a música certa segue para a pessoa certa. por isso, para além de verificar obsessivamente nomes e moradas, verifico sempre também se a música é mesmo aquela. e isso faz com que ouça as melodias do foradacaixa® vezes e vezes sem conta. lá está, um trabalho que pode parecer monótono, mas que não me custa nem um pouco fazer. ainda mais a saber que alguém algures no mundo vai receber e deliciar-se com estas lindas notas.
hoje, a última a enviar vai ser esta:

2 anos


2 anos, originally uploaded by silvia - raparigascomonos.

e assim num abrir e fechar de olhos ela já tem dois anos.
agora resta-me começar com o discurso dos "cotas" e dizer: 'ah, o tempo passa a correr, daqui a nada está na universidade, e nós é que estamos velhos'.
ah ah ah, não fosse isto sinónimo de uma das maiores felicidades da minha vida, poderia começar já num pranto.
a verdade é que a mim me parece que ainda ontem cheguei do hospital e que ainda me estou a habituar a tudo isto, mas a verdade é que muitos dias já se passaram e ela cresce a olhos vistos e transformou-se na mais bela menina que o mundo já viu!
e mais nada:)
parabéns para a lígia!

a vida não chega

4.3.10
fly

tenho tanto por ver, tanto por fazer, tantas vidas para arrumar, livros para ler, beijos e abraços para dar, sol para apanhar, gargalhadas para soltar, banhos salgados a tomar, palavras para dar, sonhos para concretizar, projectos para começar, ideias para realizar, fichas para gastar...que a vida não chega!

nos dias escuros | in the dark days

2.3.10
escuridãoescuridãoescuridãoescuridão

48 horas sem luz fizeram-me concluir rapidamente (diga-se, na primeira meia-hora) que eu, NÃO SEI VIVER SEM ELECTRICIDADE!
eu sei que o mundo padece de maiores males do que o meu, mas 48 horas iam me levando à perfeita loucura. qual "meninos à volta da fogueira, qual quê", depois dos portões ficarem encravados e nem sequer conseguirmos sair de casa, de ficar sem bateria nos telemóveis nem qualquer tipo de ligação ao exterior (refira-se internet!!!!), rapidamente se foram acabando os mantimentos (quero dizer comida) e eu de um momento para o outro quase me transformei numa mulher das cavernas (sem tomar banho pela falta de água própria para a minha pele, ou seja quente!) pronta para saltar ao pescoço de qualquer ser da EDP que passasse nas redondezas! ok, é melhor parar por aqui, ou então isto vai ficar rude:)
no entanto, chegou a hora de me enaltecer: e não é que eu até sou uma óptima cozinheira??? no escuro, bem escuro, só com a luz do fogão, fui capaz de juntar ingredientes de um frigorífico "cego" (sabiam que quando falta a luz aquela parte de abrir o frigorífico e plim, faz-se luz, deixa de existir? pois é!) e fazer altas mistelas de sei lá bem o quê para promover pelo menos três refeições familiares? (atenção, com refeições familiares quero dizer massa com atum e tomate e coisas do género, não vamos exagerar), hein? que tal? quantos de vocês conseguiriam distinguir uma courgette de um pepino no meio da escuridão?:):D
e a grande descoberta artística do fim-de-semana foi que a minha máquina fotográfica é um génio! não é que até sem luz ela consegue disparar e apanhar um qualquer raio luminoso que escapa ao menos treinado olho humano? pois é, essa foi a única cá em casa que não ficou sem bateria! sorte a dela, porque eu pifei!

they say

27.2.10
clouds
hot

they say that the world is going to fall down on me, but I only see clouds, how hard can that be?

stay hungry, stay foolish

26.2.10

from helena

caminho | road

22.2.10

road, originally uploaded by silvia - raparigascomonos.

desde que anunciei aqui o momento em que me ergui e decidi parar o meu caminho para tomar uma nova direcção, que tenho recebido no blog e na minha vida "de carne e osso" muitos comentários de apoio e aconselhamento.
o que me espanta é a quantidade de pessoas que vêem na minha posição a sua e que se revêm naquilo que foi a minha necessidade. haverá tanta gente insatisfeita assim? ou será que a mudança, quando é vista de fora se torna mais apelativa? é muito mais emocionante pensar em mudar e no que se pode ser, se de um dia para o outro decidirem deixar de ser o que são, do que propriamente percorrer o caminho da mudança. é um caminho solitário que requer coragem e determinação, mas que só pode ser percorrido por nós.
lembro-me quando era mais nova e ainda andava a estudar, de manifestar a minha desadequação relativamente ao percurso que estava a fazer, com a minha mãe. queixava-me e chorava na esperança que ela viesse mudar o meu caminho por mim, ou que, de um dia para outro uma qualquer força oculta fizesse com que o meu destino mudasse!
a vida não é assim. temos de pensar, de falar, de agir, um dia após o outro, sendo que a mudança não ocorre no tempo nem no lugar onde estamos, mas sim em nós.
eu, passei a me sentir uma pessoa maior! parece dramático, eu sei, mas a honestidade tem um sabor, para mim, engrandecedor.
hoje, eu sou mais eu!

isak is in our house

19.2.10





























































































































(todas as imagens são da responsabilidade da marca isak | all images above are from isak)


produtos isak para venda na loja de estar.

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isak products available at 'loja de estar'

reaprender a andar de bicicleta | how to ride a bike

14.2.10

road to nowhere, originally uploaded by silvia - raparigascomonos.

- scroll down for english please -

esta semana tomei uma das decisões mais importantes dos últimos tempos na minha vida. quebrei com um ciclo que já vivia há vários anos e ousei recomeçar tudo do zero. não foi uma decisão que fizesse parte de nenhum plano de ano novo, nem uma consequência de um momento mais aceso ou emotivo, mas sim o culminar de muito tempo de insatisfação perante mim mesma e de consequente reflexão.
e agora sinto como que se a vida me estivesse a dar uma segunda oportunidade, um recomeço, a possibilidade de ser e viver algo melhor, mas ao mesmo tempo carrego uma mala vazia.
tantos anos de experiências e aprendizagens fizeram de mim o que sou hoje, mas para o futuro ainda não sei o que levarei. nem sei sequer como vou encher a bagagem e aonde ela me levará daqui a mais uma meia dúzia de anos.
a expectativa traz aquele frio na barriga que é bom, mas que me impede de comer:)
para quem me segue ou me conhece este é o culminar de muitos posts e pensamentos e o momento derradeiro da aplicação do poema do pablo neruda que já aqui publiquei tantas vezes:

"Quem morre?

Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o preto no branco
e os pingos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos
um estágio esplêndido de felicidade."

(Pablo Neruda)

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this week I took one of the most important decisions of recent times in my life. I've broke a cycle in which I lived for several years and dared to start again from scratch. it was not a decision part of any new year's plan, or a consequence of an emotional moment, but the end point of many years not being happy with myself and its consequences.
and now I feel as if life were to give me a second chance, a fresh start, the possibility of being and living a better existence, but at the same time I feel like carrying an empty bag.
many years of learning and experiences made me who I am today, but for the future I still do not know what I will take with me. not even how I will fill in the luggage and where it will take me for the next years.
the expectation brings me goose bumps which is good, but also doesn't let me eat:)
for those who follow or knows me this is the culmination of many posts and thoughts and the final application of the 'Pablo Neruda' poem that I've published so many times:


"Who dies? Dies slowly...
He who becomes the slave of habit, who follows the same routes every day,
who never changes pace, who does not risk
and change the color of his clothes,
who does not speak and does not experience, dies slowly.
He or she who shuns passion, who prefers black on white,
dotting ones “is” rather than a bundle of emotions,
the kind that make your eyes glimmer, that turn a yawn into a smile,
that make the heart pound in the face of mistakes and feelings, dies slowly
He or she who does not turn things topsy-turvy, who is unhappy at work,
who does not risk certainty for uncertainty, to thus follow a dream,
those who do not forego sound advice at least once in their lives, die slowly.
He who does not travel, who does not read, who does not listen to music,
who does not find grace in himself, dies slowly.
He who slowly destroys his own self-esteem,
who does not allow himself to be helped,
who spends days on end complaining about his own bad luck,
about the rain that never stops, dies slowly.
He or she who abandons a project before starting it,
who fail to ask questions on subjects he doesn’t know,
he or she who don’t reply when they are asked something they do know, die slowly. 
Let’s try and avoid death in small doses,
always reminding oneself that being alive
requires an effort by far greater than the simple fact of breathing.
Only a burning patience will lead to the attainment of a splendid happiness.
(Pablo Neruda)

música para os teus ouvidos | music to your ears

12.2.10
movimentos musicais foradacaixa®movimentos musicais foradacaixa®movimentos musicais foradacaixa®movimentos musicais foradacaixa®
(fotografias de João Bento Soares)

depois das imagens os sons falam por si. divirtam-se!
after the images, the sound has its own voice. enjoy!

la valse d'amélie

la vie en rose

my way

the simpsons


e muitos, muitos outros...na loja de estar!
and many others...at 'loja de estar'!

hoje | today

10.2.10


ergui-me!

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I rise!

nunca adeus te direi | I'll never say goodbye


nunca adeus te direi, upload feito originalmente por silvia - raparigascomonos.
bom, não era? pois era...

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good, if true...

ok, estou obcecada...adoro esta rapariga:)

9.2.10

lisa hannigan

6.2.10

naperonize day

5.2.10

napronize day, originally uploaded by silvia - raparigascomonos.

- please scroll down for english -

no outro dia foi dia de festa cá em casa e os "paninhos" estiveram outra vez com sorte:)
este tem claramente mais de 40 anos e foi o primeiro bordado da minha mãe. para mim, é o mais bonito que cá anda!
a jarra não tem 40 anos, mas foi prenda da grande amiga e que bem que aqui ficou. é uma das lindas peças da loja da vida portuguesa.

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in the other day we had a small party in the house, and the "little towels" where lucky again:)
this one has over 40 years and was my mother's first embroidery, and is the most beautiful in the house!
the ceramic vase is not old but a new present from best friend and I love to see it in the house. is one of the beautiful pieces from 'loja da vida portuguesa'.

um projecto a várias mãos

3.2.10

montra, originally uploaded by silvia - raparigascomonos.

na semana passada mudamos as boas-vindas, esta semana resolvemos incrementar um pouco a montra da loja!
mas há que dar os créditos a quem de direito e por isso vou abrir aqui um pequeno momento publicitário. porque o nosso projecto não se fez nem se faz apenas pelas nossas 4 mãos, mas sim pela união a outras pessoas com outros projectos que nos apoiam e nos dão as ferramentas para 'levantar voo'.
o pedro e o seu projecto agitato foi uma das primeiras pessoas a quem recorremos a pedir socorro. foi com uma rapidez incrível que ele arregaçou as mangas e nos introduziu ao joomla, desbravou connosco as dificuldades do shopify e criou a nossa presença online integrando as ferramentas de diferentes origens que decidimos usar. de uma forma muito simples e falando a mesma linguagem construímos em conjunto a lojadestar.com e fomos ultrapassando as dificuldades que surgiram sempre com a melhoria do projecto em vista. muito mais do que um fornecedor de serviços, a agitato foi um impulsionador da nossa ideia de quem usamos e abusamos para pedir apoio. e ele tem estado lá...e por isso fica aqui o meu agradecimento sincero e a divulgação de um projecto que também desejo ver crescer durante muito tempo.