Uma casa cheia de personalidade, cor e luz, ideal para acabar a semana e motivar algumas mudanças cá por casa também!
I could live here
29.10.15
Uma casa cheia de personalidade, cor e luz, ideal para acabar a semana e motivar algumas mudanças cá por casa também!
Fim da crise de identidade
Escrevo neste blog há 9 anos. Quando começou chamava-se raparigas como nós porque na altura me pareceu um nome bastante generalista para os assuntos não específicos que eu queria abordar.
A determinada altura, quando esta coisa dos blogs me começou a proporcionar trabalho, achei que este nome era muito infantil, demasiado feminino, entre outras crises, e quis criar uma página com o meu nome que englobasse tudo o que fazia na web. Essa página iria ser este blog e por isso a mudança para silviasilva.com.
Mas a verdade é que essa ideia nunca se materializou, o Muda de Página ganhou identidade própria e um espaço bem distinto, e este blog...bem, este blog manteve-se sempre um blog pessoal, sem grandes amarras ou definições, pois sempre foi assim que gostei de o ter. Talvez por isso o domínio tenha mudado, mas o nome raparigas como nós se tenha mantido aqui do lado e no facebook e nos mails que usava, enfim, nunca o consegui deixar ir realmente. E ainda hoje, quando alguém me reconhece pelo meu blog se refere a ele sempre como o raparigas como nós.
Ora, hoje é dia de arrumar verdadeiramente a casa, e por isso ali em cima no browser vocês podem ler novamente www.raparigascomonos.com. O domínio silviasilva.com vai estar durante um tempo a apontar para aqui, mas mais tarde vai servir outros propósitos muito valiosos e por isso peço-vos que se têm o meu blog em alguma das vossas listas, por favor actualizem o nome.
Quem são afinal as raparigas como nós?
São pessoas que gostam de se encontrar para conversas sem fim sobre a vida e as ideias cheias de conteúdo ou ocas de futilidades, coisas que gostam ou detestam, mundos reais ou fictícios, o que calha e o tempo dita.
Sim, porque quando te encontras com amigos para estar, não classificas conversas, público alvo, sexo ou regularidade dos temas, pois não?
Pronto, aqui é igual.
Simples.
(fotografia de Sónia Sapinho)
Síndrome 'a la française'
23.10.15
Uma foto publicada por 🍍coline🍍 (@eppcoline) a
Quem nunca ouviu falar do estilo da mulher francesa?
Imagens cliché como a camisola de riscas, o cabelo escuro perfeitamente despenteado, um colar de pérolas, enfim, o estilo 'vesti a primeira coisa que me apareceu à frente e mesmo assim estou espectacular'. Sabem?
Basta visitar blogs como a Man Repeller, por exemplo, para perceber que nos EUA, esta obsessão é ainda mais evidente.
Por vezes penso, mas porquê? Das vezes que fui a França (poucas, confesso) não vi nada de especial nas francesas. Mas depois, vêm-me à memória actrizes como Juliette Binoche ou Marion Cotilard, entre outras bem lá no topo das minhas preferências e penso que se calhar, também eu, sofro desse mesmo síndrome.
Eis que hoje, ao passear pela conta de IG de uma blogger francesa de moda/beleza e ao apreciar várias das fotografias e o estilo pessoal e descomprometido da rapariga, associado ao francês que acompanha as fotos, dei por mim a pensar: 'mas afinal o que é que a francesa tem?'.
Vocês sabem? Eu não, mas que tem, tem!
Uma foto publicada por 🍍coline🍍 (@eppcoline) a
Uma foto publicada por 🍍coline🍍 (@eppcoline) a
Instagram meet @ TAP M&E
21.10.15
Uma foto publicada por Jóni Silva (@jonisilva) a
Foi no passado sábado que acordei ainda o dia não tinha nascido para seguir viagem até Lisboa. Fui convidada para participar num meet do Instagram, no qual iria encontrar algumas das caras por trás das contas que mais admiro e fotografar nas instalações da TAP Manutenção e Engenharia.
Bem, agora vocês perguntam-se porque eu, @asilviasilva no IG, com menos de 1000 seguidores haveria de ir a um meet destes? Pois é, na verdade não foi pelos meus belos olhos, nem pelas minhas fotografias espectaculares, mas sim porque a Sónia Sapinho e o Jóni Silva pediram para que eu também fizesse parte deste encontro. Ou seja, é tudo sobre pessoas, sobre saltar para fora do ecrã e passar bons momentos a fazer coisas que nos divertem e que nos aproximam.
E lá fui eu, um pouco ansiosa confesso, com o meu iphone4 a dar as últimas e o meu 'prop' (um belo e muito fotografado capacete de flores) preparado para aterrar neste novo planeta.
Todos os meus medos e ansiedade sobre o profissionalismo e grau artístico de alguns participantes e a forma como isso me iria intimidar se dissipou em menos de nada.
O que move este tipo de fotografia é mesmo o momento, a encenação e a diversão. E os seus melhores autores realmente divertem-se a fazer estas coisas.
Foi muito giro observar toda a movimentação, as cenas teatrais que por lá se criaram, os saltos suspensos no ar que algumas pessoas são capazes de fazer (não, não é só efeito do disparo contínuo, há mesmo quem se suspenda no ar). Os fotógrafos mais discretos que circulavam sem chamar a atenção e captavam as cenas mais incríveis. A luz que alguns viram e os universos que outros criaram.
Conheci pessoas incríveis, falei pela primeira vez ao vivo e a cores com a Sónia e a Rita e fiquei apaixonada por algumas contas que ainda não conhecia. Não vou referir os meus preferidos, porque são muitos e porque não há nada melhor do que vos convidar a visitar as hashtags #tapmro e #instatapmro no Instagram.
[se clicarem em qualquer uma das fotos do widget acima podem ver o seu autor]
Um grande obrigada ao Pedro Dias, por ter 'arranjado' mais um lugar para mim neste avião inter galáctico.
Foi uma viagem e tanto!
saltar entre ecrãs
18.10.15
Ontem foi um dia bom.
Fui 'penetra' de um meet do Instagram na TAP Manutenção e Engenharia. Estar com todas aquelas pessoas que só conhecia pelo ecrã do computador, através de fotografias e hashtags, superou as minhas expectativas.
Levei flores no cabelo, pois claro, como se quer num encontro importante.
Amanhã trago até aqui mais um pouco do que foi o dia de ontem, por hoje fiquem com a foto do Pedro Dias (@morfeum), o organizador mor de todo o encontro.
Bom Domingo pessoas!
bang bang
6.10.15
Sofro de problemas capilares, ou melhor um permanente descontentamento com este cabelo lisinho e fininho que me calhou na distribuição genética.
Não gosto.
Gostava de ter muito cabelo, volumoso, cheio de jeitos e manias que acordasse levantado. Eu sei, eu sei, que quem o tem diz que é uma praga, eu não acho.
Ao longo dos últimos tempos a coisa tem piorado.
Já o cortei para não se notar tanto a sua queda, aderi aquela coisa do bob que nunca cheguei a compreender. Tentei deixar crescer a franja e sinto que voltei aos anos 90, com cabelo liso pelo meio das costas e uma fotografia dos nirvana na capa da escola.
Nestes dias olho para mim e percebo que está tudo errado com o meu cabelo. Acredito que há pessoas que ficam muito bem e vejo nas capas das revistas, mas aqui no árduo espelho da realidade isto não fica nada bem.
Cada um é como é, o meu cabelo é liso e fino e por isso preciso sempre de ter um corte, com uma forma, não uma juba ao vento.
E pronto, isto tudo é apenas para dizer que sinto saudades da minha franja e que, na moda ou fora dela, eu e ela fomos feitas uma para a outra.
Amanhã temos encontro marcado!
Segue o álbum do(a) Sílvia hair no Pinterest.
E sim, esta versão Uma Thurman é de longe a minha 'wild bang' preferida!
Gostava de ter muito cabelo, volumoso, cheio de jeitos e manias que acordasse levantado. Eu sei, eu sei, que quem o tem diz que é uma praga, eu não acho.
Ao longo dos últimos tempos a coisa tem piorado.
Já o cortei para não se notar tanto a sua queda, aderi aquela coisa do bob que nunca cheguei a compreender. Tentei deixar crescer a franja e sinto que voltei aos anos 90, com cabelo liso pelo meio das costas e uma fotografia dos nirvana na capa da escola.
Nestes dias olho para mim e percebo que está tudo errado com o meu cabelo. Acredito que há pessoas que ficam muito bem e vejo nas capas das revistas, mas aqui no árduo espelho da realidade isto não fica nada bem.
Cada um é como é, o meu cabelo é liso e fino e por isso preciso sempre de ter um corte, com uma forma, não uma juba ao vento.
E pronto, isto tudo é apenas para dizer que sinto saudades da minha franja e que, na moda ou fora dela, eu e ela fomos feitas uma para a outra.
Amanhã temos encontro marcado!
Segue o álbum do(a) Sílvia hair no Pinterest.
E sim, esta versão Uma Thurman é de longe a minha 'wild bang' preferida!
quando as histórias fazem a diferença
27.9.15
O Brandon do Humans of New York está na Europa, a fotografar e contar histórias de refugiados. Podem pensar que é uma estratégia de marketing para levar o seu projecto até níveis ainda mais altos do que já foi, e se calhar até é, mas eu só consigo ver alguém a sair da sua zona de conforto para levar imagens e histórias a percorrer o mundo e, quem sabe, até mesmo a mudá-lo.
Porque as imagens têm essa força e as histórias essa verdade.
Nem de propósito ontem vi este filme:
Que me tocou particularmente não pelo lado de jornalista desta mulher, mas sim, pelo lado de mãe, porque todo o filme eu pensava sempre como podia ela abandonar as suas filhas e família para ir para cenários de guerra.
Até que numa parte do filme a filha diz que a sua mãe faria muito mais falta a todas as crianças em risco em cenários de guerra do que a ela própria.
Altruísmo irreal, bem sei, mas...
Quando vejo os jornalistas a acompanhar situações limite como a de estas pessoas, em que tudo o que fazem é disparar continuamente, por vezes vejo-os como abutres, isentos de emoção perante o que se passa diante dos seus olhos. Mas se não fosse esse disparo contínuo, essa pessoa que regista o que os nossos olhos evitam ver, se calhar o mundo seria muito mais lento a mudar.
E o mundo precisa de mudar.
Por isso, fica aqui a minha admiração pelo Brandon e por este seu projecto de imagens e pessoas reais. E tenho a certeza que as suas histórias e imagens vão mudar muito mundo.
the worst tours in porto
26.9.15
O Porto está na moda.
Toda a gente vem passar férias, ver festivais, comer nos restaurantes, sair à noite, ver as lojas novas, passear. E isso é bom. O Porto gosta de receber e está feliz com a chegada de tanta gente nova à cidade.
Mas o Porto para ser o que é, é feito de gente, de hábitos e costumes, de vários estratos sociais e ofícios.
E há um Porto que está esquecido, o Porto do trabalho, da indústria e do emprego. O Porto dos bairros e das pessoas, o Porto da população idosa, o Porto das escolas e das crianças que precisam de espaço para brincar. O Porto de todos os dias que corre entre empregos para pagar a renda.
As pessoas que não vivem apenas do turismo e não almoçam nos sítios da moda estão tão ou mais aflitas do que nunca. E a cidade está cada vez mais distante para esta gente.
Dá-se agora, mais do que nunca o fenómeno da gentrificação que começou no centro e hoje alastra-se para novas zonas da cidade:
Chama-se gentrificação (do inglês gentrification) o fenómeno que afeta uma região ou bairro pela alteração das dinâmicas da composição do local, tal como novos pontos comerciais ou construção de novos edifícios, valorizando a região e afetando a população de baixa renda local. Tal valorização é seguida de um aumento de custos de bens e serviços, dificultando a permanência de antigos moradores de renda insuficiente para sua manutenção no local cuja realidade foi alterada.












Toda a gente vem passar férias, ver festivais, comer nos restaurantes, sair à noite, ver as lojas novas, passear. E isso é bom. O Porto gosta de receber e está feliz com a chegada de tanta gente nova à cidade.
Mas o Porto para ser o que é, é feito de gente, de hábitos e costumes, de vários estratos sociais e ofícios.
E há um Porto que está esquecido, o Porto do trabalho, da indústria e do emprego. O Porto dos bairros e das pessoas, o Porto da população idosa, o Porto das escolas e das crianças que precisam de espaço para brincar. O Porto de todos os dias que corre entre empregos para pagar a renda.
As pessoas que não vivem apenas do turismo e não almoçam nos sítios da moda estão tão ou mais aflitas do que nunca. E a cidade está cada vez mais distante para esta gente.
Dá-se agora, mais do que nunca o fenómeno da gentrificação que começou no centro e hoje alastra-se para novas zonas da cidade:
Chama-se gentrificação (do inglês gentrification) o fenómeno que afeta uma região ou bairro pela alteração das dinâmicas da composição do local, tal como novos pontos comerciais ou construção de novos edifícios, valorizando a região e afetando a população de baixa renda local. Tal valorização é seguida de um aumento de custos de bens e serviços, dificultando a permanência de antigos moradores de renda insuficiente para sua manutenção no local cuja realidade foi alterada.
(in Wikipedia)
Há muito tempo que tinha ouvido falar das Worst Tours e já as tinha divulgado aqui e entre amigos, mas nunca tinha feito uma. Foi preciso os amigos decidirem o dia e a hora e convocarem-me para um destes passeios pelo Porto, de tal forma que não tinha como dizer que não.
E foi o melhor que fiz.
O Porto atrás das fachadas, no cimo das encostas, dentro das associações e por caminhos abandonados é um Porto que eu não conhecia, no qual nunca imaginaria colocar os pés, mas que me é familiar pela sua essência.
Não me senti uma turista porque tudo o que a nossa guia Margarida dizia era uma realidade que todos sabemos, é o nosso país, é a nossa cultura e a nossa situação económica e social, mas senti-me uma estranha a explorar uma nova cidade, isso é certo.
Este passeio não é feito de momentos 'para a foto' nem da história dos monumentos da cidade. Este passeio é feito de política, arquitectura, opinião, estrutura social e cultural, ruas, escadas, pessoas, portas e muita conversa.
As fotos não são espectaculares e foram tiradas com algum custo, porque cada vez que o fazia sentia que estava a perder a 'conversa'. E isso já diz muita coisa.
Não pensem que é um passeio negativista ou por um Porto feio, não, é um passeio real por um Porto autêntico e naturalmente bonito que vos vai arrebatar o coração para sempre.
Este post não pretende mostrar-vos onde estivemos nem o que falamos, porque acho que para isso, o melhor é mesmo irem fazer uma tour destas.
Fica aqui o site: theworsttours.weebly.com
E o Facebook: www.facebook.com/The-Worst-Tours
Venham daí!

Há muito tempo que tinha ouvido falar das Worst Tours e já as tinha divulgado aqui e entre amigos, mas nunca tinha feito uma. Foi preciso os amigos decidirem o dia e a hora e convocarem-me para um destes passeios pelo Porto, de tal forma que não tinha como dizer que não.
E foi o melhor que fiz.
O Porto atrás das fachadas, no cimo das encostas, dentro das associações e por caminhos abandonados é um Porto que eu não conhecia, no qual nunca imaginaria colocar os pés, mas que me é familiar pela sua essência.Não me senti uma turista porque tudo o que a nossa guia Margarida dizia era uma realidade que todos sabemos, é o nosso país, é a nossa cultura e a nossa situação económica e social, mas senti-me uma estranha a explorar uma nova cidade, isso é certo.
Este passeio não é feito de momentos 'para a foto' nem da história dos monumentos da cidade. Este passeio é feito de política, arquitectura, opinião, estrutura social e cultural, ruas, escadas, pessoas, portas e muita conversa.
As fotos não são espectaculares e foram tiradas com algum custo, porque cada vez que o fazia sentia que estava a perder a 'conversa'. E isso já diz muita coisa.
Não pensem que é um passeio negativista ou por um Porto feio, não, é um passeio real por um Porto autêntico e naturalmente bonito que vos vai arrebatar o coração para sempre.
Este post não pretende mostrar-vos onde estivemos nem o que falamos, porque acho que para isso, o melhor é mesmo irem fazer uma tour destas.
Fica aqui o site: theworsttours.weebly.com
E o Facebook: www.facebook.com/The-Worst-Tours
Venham daí!













quem muda se auto ajuda
Quem segue ali o Muda de Página, já deve ter reparado que ele 'mudou de página'. Uma mudança que era desejada há muito, mas, e como sempre com a pressão do 'tem mesmo de ser', apenas consegui ter pronta no último dia de Agosto.
Estas coisas de mudar páginas web, têm tanto de giras como de duras e representam geralmente uma evolução. Uma evolução pequena, mas muito útil, pois permitem a pessoas como eu, com pequenos negócios, olhar a 'big picture' de vez em quando.
E é tão difícil afastarmo-nos do nosso trabalho e olhar para ele de forma objectiva. Ver o que já foi feito, o vale a pena manter, o que tem de ser mudado, e o que vai desaparecer.
Não é por acaso que são os trabalhadores independentes, empresários em nome individual, criativos e outras profissões que muitas vezes são feitas a solo, os que mais dificuldade têm em escalar nos negócios, porque entre o fazer e o gerir vai uma distância muito grande.
Coincidentemente uns dias antes de lançar o novo site arrumei o meu escritório, ou seja, tirei Kg de tralha para fora, separei muito lixo, e voltei a arrumar com apenas aquilo que me fazia falta para trabalhar. Não comprei, não 'decorei', apenas limpei. A sala de tão vazia até fazia eco nos primeiros dias. Foi muito estranho. Hoje é muito bom.
No Muda de Página é igual. Esta mudança fez-me olhar para o meu próprio trabalho, perceber aquilo em que sou boa, com o que é que posso ganhar dinheiro e identificar o que me faz consumir demasiado tempo com pouco retorno ou motivação.
Há que pensar um caminho e segui-lo.
Não é preciso ser algo muito complicado, com planos de negócio e objectivos estratégicos, mas é importante saber o que é bom para nós e para o nosso negócio. O que nos faz sentir recompensados, motivados e felizes no trabalho. No meu caso não é necessariamente o crescimento, mas mais a eliminação da sensação de estar sempre no limite do esforço. Adaptar a procura com o que tenho para oferecer.
Estou muito, muito contente com o resultado final. O 'manifesto' que escrevi na página de entrada é tudo o que sinto sobre o meu trabalho, a página sou eu, sem modas ou influências, o meu trabalho, os resultados e aquilo que me proponho fazer.
E para quem se fica a perguntar aqui sobre o meu blog, sim, também vai ter direito a casa nova.
A seu tempo...
it's in my hands
25.8.15
Ontem passei o dia a virar a minha casa ao contrário, mais especificamente o escritório ao contrário. A livrar-me de tudo o que não fazia falta e a encontrar espaço para o novo ano cheio de novos desafios que aí vem.
Qual não foi o meu espanto quando ligo o computador às 2.30 da manhã e vejo que ganhei a foto da Rita Cordeiro!
Pareceu mesmo um prémio por todo o esforço físico e mental que fiz durante o dia a arrumar isto (ainda falta!!!).
Limpei completamente a parede em frente ao meu computador e planeava deixá-la livre até encontrar algo especial...e o algo especial chegou assim em forma de presente!
Há dias de sorte, não é?
Falta ainda dizer que a imagem apela-me muito neste momento em especial. As linhas e as lãs cá por casa foram encostadas há muito em detrimento de muito teclado e muito ecrã, mas há coisas que vão mudar neste novo ano (para mim Setembro é um novo ano), e o regresso do crochet será uma delas!
Uma foto publicada por rita cordeiro (@ritacordeiro) a
hoje o mulherio vai estar todo o dia nisto
20.8.15
Sim, é o novo catálogo do IKEA.
Eu pessoalmente gosto muito mais da versão papel por isso vou esperar pelo meu na caixa de correio, até porque tenho aqui muito trabalhinho para tratar.
cof, cof, cof...vou ali e já venho:D
procuram-se retalhos
15.8.15
Queridas pessoas que lêem este blog, procuro retalhos de tecido para completar esta colcha.
Têm de ser antigos e do tipo 'cortinado' (o que em inglês se costuma chamar de barkcloth). Podem ser peças usadas, como colchas, cortinas ou capas de almofada, desde que se consiga aproveitar um rectângulo.
Por isso se tiverem alguma coisa para vender, saibam de alguma loja pelos lados do Porto ou na internet, enviem-me um mail para silvia@raparigascomonos.com que eu poderei estar interessada no negócio ou agradecer a vossa informação.
Sei que é uma tarefa quase impossível, mas ainda assim, vale a pena tentar.
Mil obrigadas.
A mania das comparações
11.8.15
Nunca me interessei muito pelas estatísticas dos blogs e das redes sociais e não me influenciam páginas com muitos ou poucos seguidores quanto analiso a sua qualidade e interesse. Isso aplica-se ao FB, ao IG e aos blogs. Analiso outras coisas como a qualidade da escrita, a genuinidade e originalidade dos assuntos, as opiniões pessoais, os estilos de moda originais.
No Muda de Página percebo que cada vez mais há a preocupação de como ter muitas visitas, aumentar os likes por fotos, seguidores do IG, 'ter mais fãs do que...' . (o conceito de fã faz-me alguma confusão).
Mas compreendo perfeitamente, é este hoje o 'mercado' dos bloggers. Não acho no entanto que deva ser o primeiro objectivo de nada nem de ninguém e tento orientar as pessoas a encontrar a 'sua voz', um estilo próprio e uma presença genuína porque como ouvi ontem num programa sobre o youtube a 'a realidade supera sempre a ficção' por isso algo que é orgânico será sempre melhor do que algo fabricado.
Hoje o Seth Godin escreveu sobre isso. E eu não podia concordar mais, ora vejam:
Without a doubt, there's someone taller than you, faster than you, cuter than you.
We don't have to look very far to find someone who is better paid, more respected and getting more than his fair share of credit.
And social media: Of course there are people with more followers, more likes and more of just about anything you'd like to measure.
So what?
What is the comparison for?
Is your job to be the most at a thing? Perhaps if you play baseball, the goal is to have the highest on-base percentage. But it's probably more likely that you should focus on the entire team winning the game.
Just because a thing can be noticed, or compared, or fretted over doesn't mean it's important, or even relevant.
Better, I think, to decide what's important, what needs to change, what's worth accomplishing. And then ignore all comparisons that don't relate. The most important comparison, in fact, is comparing your work to what you're capable of.
Sure, compare. But compare the things that matter to the journey you're on. The rest is noise.
[a fotografia que ilustra este post é da autoria de Jóni Silva, a sortuda a mergulhar nas nuvens, sou mesmo eu]
Agosto, aquele mês estranho
4.8.15
Estamos de volta a casa.Foram umas boas férias, esteve sempre bom tempo, estive com a família e revi amigos, ganhei uma super máquina fotográfica (que me tem enchido de vontade de fotografar sem parar) e acima de tudo, não aconteceu nenhum 'acidente', coisa que eu temi todos os dias (e que me faz ser um bocado mais infeliz do que seria necessário, e um dia falo aqui um bocado sobre isso).
Agosto é um mês complicado para uma pessoa desorganizada como eu.
Preciso de voltar a trabalhar com toda a força, mas tenho duas miúdas giras em casa em férias totais e que precisam de atenção.
Se eu fosse uma pessoa organizada e direitinha, planeava os meus dias com tempo de férias delas, procurar apoio na família e trabalhar.
Mas como sou um caos com pernas prefiro andar o dia todo atarantada entre a confusão em que a minha casa se encontra, as consequentes chamadas pelo meu nome de 'mãe', as refeições e os supermercados, o computador e o trabalho e fazer muitas e muitas noitadas.
Foi assim o ano passado e eu apesar da idade não melhoro de ano para ano.
Este ano tenho de fazer um esforço, talvez consultar o guru da organização que é a minha irmã mais velha e fazer-lhe perguntas parvas como 'como organizar o meu dia', 'que tipo de refeições devo fazer para não estar sempre a pensar nelas', 'como pedir ajuda', 'como conseguir proporcionar às crianças a sensação de férias e trabalhar na mesma'?
E por último estava cheia de saudades deste blog e do trabalho, este Verão fiquei sem portátil e estive quase um mês longe de tudo o que eram novas tecnologias (excluindo o IG) e caraças, senti saudades!
Por isso nos próximos dias conto andar por aqui, apesar de saber que todos estão a banhos e que ninguém me vai ler, mas se fosse pelas estatísticas que eu aqui venho, nunca tinha começado há 8 anos atrás.
Até já!
a arte de não saber (quase) nada
23.7.15
Este ano a tecnologia trocou-me mesmo as voltas. Não ter televisão e quase nenhuma internet eu já estava habituada, mas ficar sem o portátil, na mesma altura em que não tenho televisão nem internet, por essa eu não esperava!
Confesso que nos primeiros dias fiquei um pouco desesperada, porque apesar de deixar tudo preparado para poder ter uns bons dias de férias, há sempre tanto e-mail e coisas para ir adiantando que não resisto a espreitar o trabalho de vez em quando.
O que mais me espanta é a facilidade com que se desliga, com que se deixa de ver o FB e seguir as notícias, com que não se consomem imagens nem palavras e como isso em poucos dias começa a ser normal. De repente parece que o mundo digital fica esquecido algures lá no canto do cérebro.
Há tempo para outras coisas e outras pessoas.
Ainda bem.
Entretanto, continuo com o cabo ligado em momentos intermitentes de internet lá para os lados do instagram: https://instagram.com/asilviasilva/ e vou guardando as fotos e as histórias para partilhar por aqui em breve!
a pdi
12.7.15
Até aos trinta e poucos anos a idade nunca me incomodou. Na verdade não via assim tantas mudanças ao ponto de perder muito tempo a pensar nisso. Achava até algo estranho as mulheres que estavam sempre a falar nisso, 'a idade isto, a idade aquilo, nada é como era, blá, blá, blá'.
De há uns três anos para cá (vou nos 37 para quem não sabe) comecei a perceber algumas coisas.
Os olhos, as rugas de expressão, as manchas na pele, agora alguns cabelos brancos a aparecer de lado, e também uma sensação de que quando tenho alguma dor, algo se passa. Dantes se tinha alguma dor, 'ia passar' agora 'algo se deve estar a passar'.
Sei que as coisas estão diferentes quando vou às compras, olho para uma coisa e independentemente dela me servir ou não, penso que é roupa de miúdas e não quero. Já não quero.
Quero algo meu, que tenha o meu carácter, mas que me assuma como mulher, não tem nada a ver com ser clássica, que não sou nem nunca vou ser, tem a ver com uma forma de estar.
Olho em volta e vejo muito cabelo pintado, muitas pestanas artificiais, partes de corpo falsas, maquilhagens excessivas, unhas falsas, cuecas push up...e penso o quão difícil deve ser ter de manter as aparências todos os dias. E penso que quero poder envelhecer sem ter de me matar para parecer mais nova. Me estafar num ginásio que odeio, passar horas no cabeleireiro, manter as pestanas e as mamas, os rabos e mais o que se lembrarem a seguir.
Não quero nada disso para mim, mas sei e sinto a dificuldade que aceitar as mudanças do tempo implica. Olhar para nós e gostar de ver a mudança que acontece agora todos os anos não é fácil.
É altura de mudar, de assumir e amar aquilo que somos em todas as fases da vida.
Se calhar se todas o fizéssemos naturalmente seria tudo tão mais fácil.
Mas esta é uma postura individual, que começa em cada uma de nós, e não, não tem nada a ver com desleixo ou não gostar de coisas bonitas. Eu gosto e quem segue este blog ou me conhece sabe bem disso.
É gostar de ser e não de parecer.
chama-me que eu vou
11.7.15
Goste-se muito ou pouca da música do David Fonseca o artista visual que ao longo de anos se tem revelado é incontornável.
Aqui, com um vídeo em formato instagram, cheio de ritmo, cor e boa disposição, à boa maneira do IG.
E haveria melhor altura para uma música 'chama-me que eu vou?'
#eugostodisto
Aqui, com um vídeo em formato instagram, cheio de ritmo, cor e boa disposição, à boa maneira do IG.
E haveria melhor altura para uma música 'chama-me que eu vou?'
#eugostodisto
de miúdos para graúdos
29.6.15
No que diz respeito a moda infantil, apesar de todo o aumento que a oferta tem tido nos últimos tempos, compro essencialmente por necessidade. Quando o faço, tento fazer sempre as melhores escolhas, como é claro, mas com duas filhas sempre a crescer, o ritmo das necessidades é geralmente mais alto do que o da vaidade.
Elas são duas miúdas para lá de giras e qualquer coisa lhes fica bem. Tento controlar os rosinhas e a bonecada, que elas como todas as miúdas gostam, mantendo alguma simplicidade nas escolhas.
Mas há por aí tanta marca nova de perder a cabeça! Neste momento há ofertas para todos os estilos e todos os tipos de pais. Sim, porque a moda infantil tem muito mais a ver com os pais do que com as crianças. Até um certo ponto, não pensem que vão vestir as vossas crias à vossa imagem e vontade para sempre.
Não gosto de ver as crianças como acessórios dos pais, compreendo que todos queiramos reflectir neles o nosso estilo e opções, mas há um espaço que é deles e devemos respeitar, especialmente no que diz respeito ao conforto.
Isto tudo para vos mostrar esta revista online - Enfants Terrible - e o seu instagram. Coisas lindas para miúdos que conquistam os graúdos:)
Elas são duas miúdas para lá de giras e qualquer coisa lhes fica bem. Tento controlar os rosinhas e a bonecada, que elas como todas as miúdas gostam, mantendo alguma simplicidade nas escolhas.
Mas há por aí tanta marca nova de perder a cabeça! Neste momento há ofertas para todos os estilos e todos os tipos de pais. Sim, porque a moda infantil tem muito mais a ver com os pais do que com as crianças. Até um certo ponto, não pensem que vão vestir as vossas crias à vossa imagem e vontade para sempre.
Não gosto de ver as crianças como acessórios dos pais, compreendo que todos queiramos reflectir neles o nosso estilo e opções, mas há um espaço que é deles e devemos respeitar, especialmente no que diz respeito ao conforto.
Isto tudo para vos mostrar esta revista online - Enfants Terrible - e o seu instagram. Coisas lindas para miúdos que conquistam os graúdos:)
entretanto ali pela tribo
16.6.15
Andei a mandar umas postas de pescada sobre a comunicação nas redes sociais.
Querem ver? É por aqui 'filhinhas'!
the design files films
13.6.15
Jess Wootten and Krystina Menegazzo from The Design Files on Vimeo.
Foi por sugestão do Design Sponge que no outro dia à noite já muito tarde me sentei e vi alguns dos design files films, no início pensei 'mais uns filmes sobre casas incríveis e vidas glamorosas'.
Mas quando observei melhor vi que não, os Melbourne Mornings mostram profissões de pessoas e a forma como começam o dia. Mostram as pessoas nos seus mais rotineiros passos diários. O trabalho como local de paixão, mas também de esforço, sacrifício e dedicação. As Australian Homes falam sobre casas sim, mas mostram muito do que é a vida em espaços diferentes e como os seus donos se apaixonam e vivem os locais onde habitam. Mostram as casas vivas, com pessoas lá dentro, em movimento sem se focarem nas questões da decoração.
Os filmes, como não poderia deixar de ser, estão muito, mas mesmo muito bem feitos.
Vale a pena ver.
Melbourne Mornings | Raph Rashid of Beatbox Kitchen from The Design Files on Vimeo.
Melbourne Mornings | Cecilia Fox from The Design Files on Vimeo.
Gracinha Viterbo head couture
10.6.15
Adoro turbantes e lenços na cabeça, mas isso vocês já sabiam, não já?
Em tempos cheguei a criar um loja flash com alguns turbantes, o 'choose your own head' (e ando cheia de vontade de voltar a ter uma loja com coisas minhas, não estas, outras).
Foi então com expectativa que comecei a seguir o instagram da gracinhaviterbo_head_couture há uns meses atrás. Apenas conhecia o nome Viterbo da decoração e confesso que não me identificava em nada com o registo pelo que nunca prestei atenção. Mas quando vi as primeiras imagens dos turbantes neste instagram pensei 'ora cá está algo com personalidade'. São peças com identidade, arrojadas, grandes, com cor, com detalhes, com aplicações. Não são peças que passem despercebidas nem que se possam usar de forma discreta e eu gosto disso. Muito. É preciso uma boa dose de personalidade para escolher um destes turbante e é preciso uma dose ainda maior de estilo para os saber vestir.
Estão disponíveis apenas em vendas privadas e parece-me que fora do alcance da minha bolsa, mas de qualquer forma gosto muito de ver e apreciar as peças no instagram e o estilo pessoal da Gracinha Viterbo que é de se lhe tirar o chapéu, ou deveria dizer turbante?
Foi então com expectativa que comecei a seguir o instagram da gracinhaviterbo_head_couture há uns meses atrás. Apenas conhecia o nome Viterbo da decoração e confesso que não me identificava em nada com o registo pelo que nunca prestei atenção. Mas quando vi as primeiras imagens dos turbantes neste instagram pensei 'ora cá está algo com personalidade'. São peças com identidade, arrojadas, grandes, com cor, com detalhes, com aplicações. Não são peças que passem despercebidas nem que se possam usar de forma discreta e eu gosto disso. Muito. É preciso uma boa dose de personalidade para escolher um destes turbante e é preciso uma dose ainda maior de estilo para os saber vestir.
Estão disponíveis apenas em vendas privadas e parece-me que fora do alcance da minha bolsa, mas de qualquer forma gosto muito de ver e apreciar as peças no instagram e o estilo pessoal da Gracinha Viterbo que é de se lhe tirar o chapéu, ou deveria dizer turbante?
Caudalie I love you
5.6.15
Desde que vi este vídeo da Caudalie que me ri de mim própria.
Eu sou esta mulher.
Manchas na cara. Não quero saber? Quero pois, que me incomodam profundamente. E ultimamente não sei bem porquê chateiam-me ainda mais. Agora com a chegada do calor, notam-se mais e geralmente recebo aqueles comentários do tipo 'o que tens aí na cara?'.
Por isso baba de caracol, cebolas na cara, cenas de flores, se resultassem eu usava. Tudo de uma vez se fosse preciso. Não resultam. Aliás quase nada resulta para eliminar as manchas que estão instaladas.
As minhas manchas não são pontuais, são zonas grandes, na testa, nas maças do rosto, mais semelhante ao pano da gravidez penso eu. No Inverno disfarçam-se bem, no Verão não há forma.
Mas a verdade é que nos últimos meses fiquei fã dos produtos caudalie, estou a usar a linha das manchas e adoro, é dos poucos séruns de manchas que não me causou reacções secundárias, já fiquei com a pele queimada, com vermelhidões em vez de manchas, enfim, a emenda é tantas vezes pior do que o soneto para quem tem este problema. Mas com estes produtos a minha pele fica sempre com bom aspecto e sem qualquer tipo de reacção.
Agora comprei o creme corrector e pelo meio ainda me vou tentando com óleos e outras coisas.
Se há coisa que me deixa feliz é um bom creme, é tratar do meu corpo e cara com produtos agradáveis e com bom cheiro, não uso perfume, não compro jóias, não tenho vernizes, mas sou bem capaz de gastar um pouco mais em cremes e ajudas de beleza que me façam sentir melhor na minha pele.
E não, este não é um post patrocinado pela Caudalie, antes fosse, que não tinha qualquer problema em vos dizer:D
Gosto de partilhar com os outros as coisas que descubro serem boas para mim, e sei bem que quem tem manchas na cara aprecia profundamente este tipo de opiniões pessoais.
Por isso, raparigas de cara malhada vão lá pedir uma amostra na farmácia que garanto que não se vão arrepender.
Eu sou esta mulher.
Manchas na cara. Não quero saber? Quero pois, que me incomodam profundamente. E ultimamente não sei bem porquê chateiam-me ainda mais. Agora com a chegada do calor, notam-se mais e geralmente recebo aqueles comentários do tipo 'o que tens aí na cara?'.
Por isso baba de caracol, cebolas na cara, cenas de flores, se resultassem eu usava. Tudo de uma vez se fosse preciso. Não resultam. Aliás quase nada resulta para eliminar as manchas que estão instaladas.
As minhas manchas não são pontuais, são zonas grandes, na testa, nas maças do rosto, mais semelhante ao pano da gravidez penso eu. No Inverno disfarçam-se bem, no Verão não há forma.
Mas a verdade é que nos últimos meses fiquei fã dos produtos caudalie, estou a usar a linha das manchas e adoro, é dos poucos séruns de manchas que não me causou reacções secundárias, já fiquei com a pele queimada, com vermelhidões em vez de manchas, enfim, a emenda é tantas vezes pior do que o soneto para quem tem este problema. Mas com estes produtos a minha pele fica sempre com bom aspecto e sem qualquer tipo de reacção.
Agora comprei o creme corrector e pelo meio ainda me vou tentando com óleos e outras coisas.
Se há coisa que me deixa feliz é um bom creme, é tratar do meu corpo e cara com produtos agradáveis e com bom cheiro, não uso perfume, não compro jóias, não tenho vernizes, mas sou bem capaz de gastar um pouco mais em cremes e ajudas de beleza que me façam sentir melhor na minha pele.
E não, este não é um post patrocinado pela Caudalie, antes fosse, que não tinha qualquer problema em vos dizer:D
Gosto de partilhar com os outros as coisas que descubro serem boas para mim, e sei bem que quem tem manchas na cara aprecia profundamente este tipo de opiniões pessoais.
Por isso, raparigas de cara malhada vão lá pedir uma amostra na farmácia que garanto que não se vão arrepender.
#diasdefeira
29.5.15
Uma das principais razões pelas quais desejei ter um smartphone (o que foi há relativamente pouco tempo) não foi o facto de ter todas as possibilidades de ligações e aplicações, mas principalmente para poder brincar com ele. Mais especificamente brincar ao Instagram.Para mim tirar fotos na rua sempre foi uma diversão e o telemóvel é o brinquedo perfeito para isso. Desejo ter o último iphone apenas pelo facto de que faz melhores fotos, pronto, está assumido, tudo o resto me passa quase ao lado.
Mas todos sabemos que brincar sozinho não é o mesmo que brincar com amigos. E por isso foi com um sorriso aberto que aceitei o convite do Jóni, para 'irmos fazer umas fotos na rua'.
O Jóni é designer e tem um sentido estético muito apurado e as fotos dele são sempre muito boas.
Eu não sei classificar o meu sentido estético, mas aponto mais para o caótico e colorido e muito pouco pensado. As minhas fotografias são verdadeiros instantâneos em que não dedico muito tempo a olhar para a imagem, nem a acertar linhas, ou mesmo a editar.
Por isso para mim acompanhar o Jóni durante algumas horas pela rua e fazer experiências com um espelho foi muito bom. Olhar para as coisas e pensar o que poderíamos fazer naquele espaço. Afastar-me mais dos objectos e perceber os efeitos que posso obter.
Há muito tempo que sigo e admiro contas de Instagram com fotografias muito originais e divertidas como o Kitato, a Rita, a Sónia, a Carolina, a Patrícia e tantos, tantos outros, e sorrio sempre que vejo algo inusitado, as interacção fora da caixa, as perspectiva diferentes e cuidadas que tantas vezes passam ao lado de um olhar menos atento. Acho super divertido o que este pequeno quadrado de imagem nos leva a ver e fotografar.
O local escolhido foi Santa Maria da Feira, onde o Jóni vive e onde eu já passei muitas e boas horas da minha vida. Uma cidade linda, cheia de locais mágicos com cores e formas.
Usamos a #diasdefeira como uma brincadeira entre um sinal de trânsito e o facto de fazermos isto em apenas alguns dias, na Feira.
Vamos repetir. Para já convido-vos a ver algumas das nossas fotos na minha conta de instagram @asilviasilva e do Jóni @jonisilva.
E se nunca experimentaram sair apenas com o intuito de fotografar, usar objectos deslocados do seu ambiente, fazer isso com outras pessoas que gostam de fotografar, experimentem. Deixem a vergonha em casa e divirtam-se, sem barreiras mentais típicas de adulto que se preocupa com as 'pessoas que olham':D

música para aquecer a alma
15.5.15
Querido blog,
Continuo a gostar de ti, ando afastada mas volto sempre. O trabalho tem sido muito, bem sabes, a vida do dia-a-dia exige concentração e foco, coisas a serem resolvidas.
Vem aí o sol e já só penso na Maura.
Mas o que fala mais alto hoje é a vontade de relaxar e pensar em coisas boas. E é o que vai acontecer hoje, em Ovar, com estes meninos a animar a minha alma.
Com amigos por perto, não conheço melhor programa!
Divirtam-se pessoas.
Continuo a gostar de ti, ando afastada mas volto sempre. O trabalho tem sido muito, bem sabes, a vida do dia-a-dia exige concentração e foco, coisas a serem resolvidas.
Vem aí o sol e já só penso na Maura.
Mas o que fala mais alto hoje é a vontade de relaxar e pensar em coisas boas. E é o que vai acontecer hoje, em Ovar, com estes meninos a animar a minha alma.
Com amigos por perto, não conheço melhor programa!
Divirtam-se pessoas.
[Tribeland]: free minds come together
7.5.15
Não costumo trazer muitas vezes para aqui o trabalho que faço no Muda de Página, porque aqui eu sou uma blogger que falo de coisas, triviais ou não, que me apetece e só quando me apetece. Nunca quis que este espaço fosse exemplo do que quer que seja para ninguém, porque eu com certeza não o sou e este é, acima de tudo um espaço pessoal.
Manter a minha identidade e diversão nos posts que aqui faço, implica para mim, não seguir grandes regras ou políticas, nem ter de pensar ou planear demasiado para manter um blog.
Mas sinto e sei que poderia haver muita coisa a dizer e acrescentar e que a minha contribuição poderia ser interessante para algumas pessoas.
É por isso com muito gosto, que vos comunico que vou estar numa outra plataforma, a falar de coisas um pouco diferentes das que trago aqui, e com uma companhia que admiro muito.
O blog chama-se Tribe Land, é da Filipa Simões e o grupo de pessoas que vai contribuir com textos, imagens e posts, parece-me muito interessante:
Tenho a certeza que neste espaço vão surgir temas e debates muito interessantes que podem agradar a muitos dos meus leitores e por isso ficam aqui os links para seguirem a Tribo lá na sua terra:
blog
Blog com design da Lance Collective e do Muda de página.
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